Filósofa. Matemática. Astrônoma. Mártir da razão.

Num mundo dominado por homens e por dogmas, Hipátia ousou pensar, ensinar e liderar.
Viveu na Alexandria do século IV, época em que a antiga sabedoria helênica enfrentava o avanço de um novo fanatismo religioso. Filha do matemático Teon, ela superou seu mestre — tornou-se uma das maiores intelectuais de sua era.
No Museu de Alexandria, Hipátia ensinava filosofia neoplatônica, astronomia e matemática, atraindo discípulos do mundo inteiro. Sua presença era uma afronta aos que temiam o pensamento livre — uma mulher, pagã, culta e respeitada publicamente.
Em 415 d.C., foi brutalmente assassinada por uma multidão de fanáticos cristãos, instigados por conflitos políticos e religiosos. Hipátia tornou-se um símbolo eterno da liberdade intelectual, da ciência e da razão.
“Defender o pensamento é um ato de coragem.
Hipátia morreu por isso. Que nunca esqueçamos.”
Que seu nome ecoe aos quatro ventos. Que sua história continue a inspirar aqueles que não se curvam diante da ignorância.
